Cobertura: Sessão Motirõ | III Mostra Quilombo de Cinema Negro e Indígena | Alagoar
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Fonte: imagem divulgação |
Texto: Leonardo Hutamárty. Revisão: Larissa Lisboa.
Teve início, nesse domingo (28), a III Mostra Quilombo de Cinema Negro e Indígena, realizada pelo Mirante Cineclube. Neste ano, o seu formato é online, organizado em duas sessões (sessão Motirõ e sessão Kilombo), e o acesso é gratuito. Adiante, falarei brevemente sobre os filmes que compõem a sessão Motirõ — termo de origem tupi-guarani e que significa um agrupamento de indivíduos com um propósito coletivo —, analisando cada qual a partir de sua narrativa e de sua linguagem.
Em Erêkauã (2021), de Paulo Accioly, vemos cartazes sendo impressos. Nesses cartazes, após serem colados às paredes, a imagem de uma criança se descolore. Essas imagens de papel, fotografias de uma criança indígena, começam a dançar, e nessa coreografia navegamos por muros, por postes, mãos, botijões, caixas de papelão, portas, etc. No plano simbólico...mais
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